Viajar com cães e gatos se tornou mais comum em 2025, acompanhando o crescimento do turismo pet friendly. Hotéis, pousadas e até companhias aéreas têm se adaptado para receber animais com conforto e segurança, o que levou muitos tutores a incluírem os pets em suas rotinas de lazer e descanso.
Mas apesar da tendência positiva, a decisão de viajar com um animal exige planejamento e atenção redobrada. Requisitos como carteira de vacinação atualizada, microchip, atestados de saúde e caixas de transporte adequadas continuam sendo indispensáveis — tanto para viagens nacionais quanto internacionais.
“É fundamental que o tutor agende uma avaliação pré-viagem com o veterinário”, orienta a médica veterinária Camila Telles. Segundo ela, além dos documentos, é importante verificar o estado de saúde do pet e identificar possíveis restrições do destino escolhido.
Na capital paulista, clínicas já se organizam para atender essa demanda específica. Uma veterinaria Zona Leste, por exemplo, desenvolveu um protocolo de check-up para viagens, incluindo orientações sobre alimentação, medicações para enjoo e cuidados durante deslocamentos longos. “Os tutores têm buscado cada vez mais segurança e informação antes de pegar a estrada com seus pets”, relata a equipe da unidade.
Além dos cuidados clínicos, o mercado de acessórios também evoluiu. Hoje é possível encontrar malas exclusivas para pets, bebedouros portáteis, assentos adaptados e até serviços de concierge animal em hotéis de alto padrão.
Com mais opções e uma cultura de cuidado em expansão, viajar com pets deixou de ser exceção e passou a fazer parte do estilo de vida de milhares de brasileiros — sempre com responsabilidade, planejamento e afeto.


